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Última atualização: 4 de julho de 2026

Política de Privacidade

Esta política explica como a Jusli— plataforma SaaS de gestão jurídica para escritórios de advocacia — trata dados pessoais, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018, "LGPD").

1. Papéis: quem é controlador e quem é operador

Cada escritório de advocacia que contrata a Jusli é o CONTROLADOR dos dados pessoais dos seus próprios clientes, leads e equipe: é o escritório quem decide o que coletar e para quê, no exercício da advocacia.

A Jusli é a OPERADORA: trata esses dados em nome do escritório e conforme suas instruções, provendo a infraestrutura da plataforma (LGPD art. 5º, VI e VII). Para os dados cadastrais dos próprios usuários da plataforma (nome, email de login, papéis), a Jusli atua como controladora.

Os dados de cada escritório são isolados por tenant (chave de escritório + row-level security no banco): um escritório jamais acessa dados de outro.

2. Dados tratados e bases legais

Na operação da plataforma são tratados, por conta e ordem de cada escritório:

  • Identificação de clientes do escritório (nome, CPF, RG, data de nascimento, filiação, contatos, endereço) — base legal: execução de contrato e exercício regular de direitos em processo (art. 7º, V e VI).
  • Dados processuais e previdenciários (números de processo, NIT, NB, DER, DIB, CNIS e similares), que podem incluir dados sensíveiscomo dados de saúde em ações previdenciárias — base legal: exercício regular de direitos (art. 11, II, "d").
  • Dados financeiros do contrato de honorários (valores, parcelas, pagamentos) — execução de contrato.
  • Dados de conta dos usuários da plataforma (email, nome, papéis, registros de acesso) — execução de contrato e legítimo interesse em segurança.
  • Registros de auditoria (quem acessou o quê, quando; endereço IP truncado — o último octeto é zerado para minimização) — obrigação de segurança (art. 46) e defesa em processos.

3. Compartilhamento e suboperadores

A Jusli não vende dados pessoais. O tratamento usa suboperadores de infraestrutura:

  • Supabase (banco de dados e autenticação);
  • Vercel (hospedagem da aplicação web);
  • Railway (hospedagem da API);
  • Sentry (monitoramento de erros, com redação automática de dados pessoais);
  • Provedores de email transacional, quando ativados.

Dados podem ser armazenados em servidores fora do Brasil, sempre com salvaguardas contratuais adequadas (art. 33).

4. Retenção e eliminação

Dados de clientes dos escritórios são mantidos enquanto durar a relação contratual do escritório com seu cliente e pelos prazos legais aplicáveis à advocacia. Pedidos de eliminação são atendidos por anonimização — os campos identificadores são substituídos, preservando a integridade de registros processuais obrigatórios. Registros de auditoria são retidos por 1 (um) ano.

5. Seus direitos como titular (art. 18)

Você pode solicitar confirmação de tratamento, acesso, correção, anonimização, portabilidade e informações sobre compartilhamento. Dois caminhos:

Resposta em até 15 dias. Se o seu pedido é sobre um caso jurídico conduzido por um escritório, quem decide sobre os dados é o escritório — a Jusli encaminha e apoia.

6. Segurança

Controles aplicados por design: isolamento por tenant com row-level security, criptografia em trânsito (TLS), controle de acesso por papéis, trilha de auditoria de acessos a dados pessoais e redação automática de dados pessoais em registros de erro.

7. Encarregado e contato

Controlador dos dados da plataforma: Jusli (Petterson Palumbo — constituição de pessoa jurídica em andamento). Encarregado pelo tratamento (DPO): dpo@jusli.com.br.

Esta política pode ser atualizada; a data no topo indica a versão vigente. Alterações relevantes serão comunicadas aos escritórios contratantes.